Estava hoje na faculdade vendo uns sites de músicas, quando uma amiga de sala me surpreendeu comentando à respeito de uma determinada cantora. Resultado final: senti-me absurdamente aguçado em escrever sobre a mesma.
Amy Winehouse – cantora de Soul, Jazz e R&B. Incrivelmente fui surpreendido pela sua altíssima capacidade artística e sua voz ímpar.
Vamos analisar um determinado âmbito: Quantas pessoas famosas você conhece que esteve ou está envolvida em escândalos? Vamos afunilar nossa análise. Quantas envolvidas diretamente com as drogas? Não vem ao caso citar aqui um a um, ademais um blog ainda seria muito pouco para isso.
O que proponho é uma sutil reflexão sobre a real necessidade desses artistas e/ou o peso que o poder do prestígio oferta.
Coloquei uma questão a mim mesmo antes de começar – como posso fazer qualquer tipo de prevenção sobre famosos que deterioram suas carreiras por consumirem drogas? Aí está. Não vou diagnosticar, afinal, só estando na pele de cada um para saber exatamente o que pensam, o que sentem, o que vivem. Logo, venho por meio do meu blog questionar, e somente isso. A reflexão fica por conta de cada um dos leitores.
Qual a interferência que pessoas altamente expostas à mídia sofrem da imprensa? O que a fama e o prestígio popular acarretam em sua vida pessoal? Eu sei muito bem lidar com a minha vida, obrigado!!! Mas será que também saberia se um milhão de câmeras, de tudo quanto é espécie vendesse minha imagem? Imagine minha privacidade com fotos pessoais minhas espalhadas para milhares de pessoas consumidoras? Será que eu agüento o caos que o sucesso me cobrou? E agora, eu vou me apoiar aonde?
O preço que se paga às vezes é alto de mais, e esse, dinheiro nenhum é capaz de pagar. O dissabor de ver sua vida desmoronando com sua carreira, que ontem lhe trazia prêmios e luxurias, e hoje um azul profundo.
No caso de Amy, não posso nem imaginar o que se passa com ela. Mas posso ver as notícias: revelação da música moderna com um som único; dona de uma voz inverossímil e letras incríveis, sendo uma delas (Love is a losing game) tema de prova na Universidade de Cambridge, na Inglaterra e também vencedora do prêmio Ivor Novello; vencedora de mais 5 prêmios no Grammy Awards 2008. Alcoólatra; usuária fervorosa de substâncias ilícitas, agressiva sob efeito; mulher de um preso por envolvimento com drogas; atualmente muito franzina. E por aí vai...Vejo isso como uma relação de poder inversamente proporcional a conduta natural.
Explico: quanto mais poderoso eu vou ficando perante o mercado, o meio, o mundo; mais minha mente me contesta, e naturalmente, minhas atitudes mudam. Devo me agarrar a alguma coisa (drogas, religião, uma vassoura improvisada de boneca e batizada “Maria Eugênia”). Efetivamente, precisamos cuidar de nossa saúde mental. Afinal a vida nos coloca em diversas encruzilhadas, e só nós somos capazes de ultrapassá-las.
Um adendo. Momento comunicólogo e reflexivo: o que um artista gera na cabeça de seus fãs?
Hair Brasil 2008: ‘Look’ de Amy Winehouse é aposta de tendência.
A volta à moda dos delineadores. Amy usa!
E será que seus fãs, além de seu estilo “me porto como eu quero” também embalarão o estilo “me drogo como eu quero”?
Uma referência, um ícone, que cria uma massificação e não se dá conta disso, tem também sua vida pessoal e nós espectadores não damos conta disso. Sem querer somos influenciados por suas condutas inteligentemente surrupiadas pela imprensa e imediatamente expostas com um mega-título chocante. Ela (artista) também nos influencia sem se dar conta disso.
Na verdade a cabeça é de cada um. As exposições, as fraquezas, as angústias, as conquistas, a fama, o glamour. Nossa vida! Como devemos controlar essa celeuma que perpetuamos?
Se possível, vivendo com inteligência! Afinal a vida é um parágrafo e a droga um ponto final.
(Jurandir Ramos)
Amy Winehouse – cantora de Soul, Jazz e R&B. Incrivelmente fui surpreendido pela sua altíssima capacidade artística e sua voz ímpar.
Vamos analisar um determinado âmbito: Quantas pessoas famosas você conhece que esteve ou está envolvida em escândalos? Vamos afunilar nossa análise. Quantas envolvidas diretamente com as drogas? Não vem ao caso citar aqui um a um, ademais um blog ainda seria muito pouco para isso.
O que proponho é uma sutil reflexão sobre a real necessidade desses artistas e/ou o peso que o poder do prestígio oferta.
Coloquei uma questão a mim mesmo antes de começar – como posso fazer qualquer tipo de prevenção sobre famosos que deterioram suas carreiras por consumirem drogas? Aí está. Não vou diagnosticar, afinal, só estando na pele de cada um para saber exatamente o que pensam, o que sentem, o que vivem. Logo, venho por meio do meu blog questionar, e somente isso. A reflexão fica por conta de cada um dos leitores.
Qual a interferência que pessoas altamente expostas à mídia sofrem da imprensa? O que a fama e o prestígio popular acarretam em sua vida pessoal? Eu sei muito bem lidar com a minha vida, obrigado!!! Mas será que também saberia se um milhão de câmeras, de tudo quanto é espécie vendesse minha imagem? Imagine minha privacidade com fotos pessoais minhas espalhadas para milhares de pessoas consumidoras? Será que eu agüento o caos que o sucesso me cobrou? E agora, eu vou me apoiar aonde?
O preço que se paga às vezes é alto de mais, e esse, dinheiro nenhum é capaz de pagar. O dissabor de ver sua vida desmoronando com sua carreira, que ontem lhe trazia prêmios e luxurias, e hoje um azul profundo.
No caso de Amy, não posso nem imaginar o que se passa com ela. Mas posso ver as notícias: revelação da música moderna com um som único; dona de uma voz inverossímil e letras incríveis, sendo uma delas (Love is a losing game) tema de prova na Universidade de Cambridge, na Inglaterra e também vencedora do prêmio Ivor Novello; vencedora de mais 5 prêmios no Grammy Awards 2008. Alcoólatra; usuária fervorosa de substâncias ilícitas, agressiva sob efeito; mulher de um preso por envolvimento com drogas; atualmente muito franzina. E por aí vai...Vejo isso como uma relação de poder inversamente proporcional a conduta natural.
Explico: quanto mais poderoso eu vou ficando perante o mercado, o meio, o mundo; mais minha mente me contesta, e naturalmente, minhas atitudes mudam. Devo me agarrar a alguma coisa (drogas, religião, uma vassoura improvisada de boneca e batizada “Maria Eugênia”). Efetivamente, precisamos cuidar de nossa saúde mental. Afinal a vida nos coloca em diversas encruzilhadas, e só nós somos capazes de ultrapassá-las.
Um adendo. Momento comunicólogo e reflexivo: o que um artista gera na cabeça de seus fãs?
Hair Brasil 2008: ‘Look’ de Amy Winehouse é aposta de tendência.
A volta à moda dos delineadores. Amy usa!
E será que seus fãs, além de seu estilo “me porto como eu quero” também embalarão o estilo “me drogo como eu quero”?
Uma referência, um ícone, que cria uma massificação e não se dá conta disso, tem também sua vida pessoal e nós espectadores não damos conta disso. Sem querer somos influenciados por suas condutas inteligentemente surrupiadas pela imprensa e imediatamente expostas com um mega-título chocante. Ela (artista) também nos influencia sem se dar conta disso.
Na verdade a cabeça é de cada um. As exposições, as fraquezas, as angústias, as conquistas, a fama, o glamour. Nossa vida! Como devemos controlar essa celeuma que perpetuamos?
Se possível, vivendo com inteligência! Afinal a vida é um parágrafo e a droga um ponto final.
(Jurandir Ramos)
3 comentários:
Bom pra começar, sou fã da Amy! O CD dela é todo depre, mas são letras e melodias muito bem feitas, mesmo ele sendo curtinho é forte e demostra bem o que Amy é e para que ela veio. Tenho medo dela ir cedo demais como Elis.... grandes talentos sempre tem vicios.. podem reparar, mas eu gostaria de tentar saber o porque? A pressão existe, sim, mas se ela quis seguir este ramo devia pelo menos ter algo em mente e se esforçar pra conseguir acompanhar essa loucura toda, eu acho que ser dependente chega uma hora que voce vira refém, e não vê muitas saídas e nessas horas você precisa ter força de vontade, amigos, familia um mundo de convivio diferente, que te ajude. No caso da Amy tudo em sua volta acaba em droga e bebida, sendo assim como ela soziha vai superar essa??
Fã mandando recados e boas vibrações e etc terão algum resultado? Isso do dependete única e exclusivamente dela, querer escutar, querer se tratar e enxergar como isso a afeta.
Muito legalo o texto.Eu penso igual, cada sabe suas dores e amores, neh?? Porém, acredito que o uso de drogas nunca é justificável. Que fama, glamour, falta de privacidade pode ser mais traumatizantes do q a perda de quem se ama???Do que perder td a família, perder a casa, o filho, entre outras coisas?? Conheço inúmeras pessoas que passaram por sofrimentos absurdos e situações inimagináveis, mas estão aí hj, limpas, sem se drogar, sem se matar. É realmente uma pena q pessoas inteligentes e talentosas como a AMY e mtos outros incontáveis por aí, acabem com suas vidas dessa maneira. Mas isso não vem de hj. Mas acrdito que este são os "cabeça fraca". A saída tvz seja frequenrar psicólogos, praticar esportes, ou até msm se viciar em algo. Q tal em livros?? Amor? Deus? ou sexo?
Claro q vício num é bom, mas que pelo menos seja algum que não mate.
bjosss
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